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15/out/2018

Sindicato Rural colabora para instalação de reservas legais coletivas

O presidente do Sindicato Rural de Luís Eduardo Magalhães, Vanir Kölln, recebeu, nesta sexta-feira, especialistas em direito ambiental e soluções ambientais, que falaram sobre o aproveitamento de novos parâmetros do Código Florestal Ambiental, principalmente aquelas que dizem respeito à alocação de áreas de reserva legal coletivas, por parte dos produtores. João Henrique Giometti Bertogna, do escritório Furlanetto e Bertogna, de São Paulo, e Leandro Aranha, diretor executivo da Geoflorestas Soluções Ambientais, também da Capital paulista, falaram sobre as vantagens dos produtores em comprar essas reservas juntos aos parques, que incorporadas aos mesmos, ficariam sob o cuidado dos técnicos do Governo.

Nas 2,2 milhões de hectares cultivadas no Oeste, segundo Vanir, existe um passivo ambiental que pode recorrer ao novo parâmetro. Ele ressaltou que, no País, 12% do território pertence a áreas indígenas, com apenas 11% dedicado à agricultura e o soja ocupando apenas 2,8% da área.

Ele conjectura:
-Imagine se o País dobrasse essa área de soja, para 5,6%. Teríamos o domínio do mercado de proteína vegetal no mundo. Isso os norte-americanos não querem. Por isso forçam as autoridades ambientais à ditarem normas como a preservação de 20% em reservas legais, percentual que chega a 35% no Cerrado da Amazonia Legal e até a 80% no bioma Mata Atlântica. A alternativa de criação de áreas coletivas de reserva legal vem minimizar essa imposição.

E arremata:
-É mais prático se integrar a uma reserva coletiva, que poderá ser transformada em parque estadual ou federal e ficar sob os cuidados das autoridades ambientais, do que manter uma pequena reserva, isolada, individual e que carece de cuidados especiais para os quais o agricultor pode não estar preparado.

Bertogna, por seu turno, diz que a adaptação pode ser primordial para a inscrição do produtor no Cadastro Ambiental Rural, até a data limite de 5 de maio de 2015, sem a qual os órgãos oficiais estão impedidos de financiar o agricultor e as tradings impedidas de comprar a produção.
O Presidente do Sindicato, que reúne mais de 600 agricultores, prometeu colaborar na comunicação com os produtores para ampliar a aplicação das novas deliberações do Código Florestal. E disponibiliza o pessoal do Sindicato para informações sobre o processo de instalação de reservas ambientais coletivas.

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